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PLANTAS EXÓTICAS INVASORAS, uma ameaça à biodiversidade (Espécies, situação e propostas de mitigação). Destina-se a docentes dos grupos 230, 420 e 520.

Ficha de inscrição

Destina-se a docentes dos grupos 230, 420 e 520, de acordo com o artigo 9º do RJFCP Dec-Lei nº 22/2014, de 11 de Fevereiro e incide na dimensão científica e pedagógica

Ação de Formação

PLANTAS EXÓTICAS INVASORAS, uma ameaça à biodiversidade

(Espécies, situação e propostas de mitigação)

 

Entidade Promotora: Centro de Formação FAPAS

                 

                                                                    (Cortaderia selloana)

 

A ação de formação “PLANTAS EXÓTICAS INVASORAS, uma ameaça à biodiversidade (Espécies, situação e propostas de mitigação” visa dotar os participantes de conhecimentos que permitam ter na escola um efeito multiplicador e contribuir de forma activa para a prevenção e resolução do problema das invasões biológicas. As espécies invasoras são consideradas como uma das maiores ameaças à biodiversidade a nível global sendo responsáveis por mais de € 10 biliões/ ano de prejuízos a nível Europeu. No entanto, a temática é ainda desconhecida de grande parte dos cidadãos os quais inadvertidamente podem facilitar o aumento dos problemas causados pelas espécies invasoras. É assim fundamental aumentar o conhecimento e a divulgação sobre esta problemática

Objectivos

·        Aumentar o grau de conhecimento sobre a problemática das plantas exóticas invasoras.

·        Apresentar exemplos de boas práticas que permitam prever a sua expansão ou mitigar suas consequências.

·        Dar a conhecer o papel que a prevenção pode desempenhar, adoptando comportamentos responsáveis.

·        Discutir metodologias para se operacionalizar com os alunos os conteúdos das comunicações e dos workshops

·  Implementar actividades de educação ambiental/ sensibilização, sobre a temática, como componente da prevenção do problema

Público-alvo: Professores dos Grupos 230, 420 e 520

Nº de horas acreditadas: 15.00H

Local: Jardim Botânico do Porto.

 Inscrição : Deverá inscrever-se na página do Centro de Formação FAPAS ( http://www.fapas.pt/cff/) e enviar o respectivo comprovativo de pagamento para Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.)

Programasessões teóricas; sessões práticas (incluindo sala e campo)

 

30 de Março

9.00H

Receção dos participantes

9.30H

As árvores das nossas cidades

(Paulo Farinha Marques)

10.30H-12.30H

Plantas invasoras:

Introdução, legislação  e impactos.

( Elizabete Marchante)

12.30H

debate

 

Intervalo para almoço

14.00H

Principais espécies, identificação e controlo de plantas invasoras em Portugal

( Elizabete Marchante)

17.00H

Atelier:Sugestão de actividades a desenvolver em escolas

( Elizabete Marchante)

18.00H

debate

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

11 de Maio

9.00-18.00H

Visita guiada  à Mata do Choupal (visita  a uma mata ardida com metodologias de controlo -MN de Leiria)

Fim das actividades

Avaliação

 

 

 

 

 

 

CONTACTO INSCRIÇÕES/ INFORMAÇÕES:

 Tel: 22 2002472; 931144633

 Correio electrónico: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

 Data limite de inscrição: 22 de Março de 2019

PAGAMENTO : 70€

Transferência Bancária, para o NIB: 003300004533319667205

 (O número mínimo de inscritos é de 25)

Formadores

 Elizabete Marchante- É licenciada em Biologia, mestre em Ecologia e doutorada em Biologia, especialidade de Ecologia, pela Universidade de Coimbra & Universidade de Copenhaga, Dinamarca. Atualmente, é investigadora no Centro de Ecologia Funcional (CEF), onde desenvolve investigação na área das Invasões Biológicas. 

Paulo Farinha Marques- Paulo Farinha Marques é professor associado de Arquitetura Paisagista na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, Portugal.

Formou-se em Arquitetura Paisagista no Instituto Superior de Agronomia – Universidade Técnica de Lisboa (1988) e doutorou-se na Universidade de Sheffield, Faculty of Architectural Studies (UK), também em Arquitetura Paisagista (1999).

Desde 1996 tem combinado a docência com a elaboração de projetos de arquitetura paisagista a várias escalas.

As suas áreas principais de interesse são o ordenamento e desenho de estruturas verdes do ponto de vista ecológico, social e estético (jardins, parques e matas de recreio, corredores verdes) o estudo da vegetação na paisagem, o estudo da biodiversidade urbana e a avaliação do caráter da paisagem.

                                              Uma iniciativa do